sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Somos Funcionários Públicos (Um Sucesso no You Tube)



Hino dos Funcionários Púbicos realizado por funcionários do Departamento Técnico de Planeamento e Urbanismo da Câmara Municipal de Portimão.

Socialistas não querem mudanças na lei sob pressão de "casos"

Vera Jardim e Paulo Pedroso aconselham o PS e o Parlamento a não legislar sob pressão de “casos”.

A edição de hoje do "Público" avança que numa altura em que o PCP quer voltar à criminalização do enriquecimento ilícito, os dirigentes socialistas defendem alterações, mas dizem que estas não devem ser feitas neste momento.

Vera Jardim, hoje vice-presidente da Assembleia da República, e o ex-ministro Paulo Pedroso admitem não ser este o melhor momento para tomar decisões.

"Gostaria que o PS avançasse com o passo que falta, é um princípio geral que defendo. Mas não agora. Não se devem fazer reformas ou mudar leis sob a pressão da conjuntura", afirmou Pedroso ao "Público".

"Não se pode fazer legislação sob pressão de um caso. Não se podem fazer reformas de acordo com os acontecimentos. É preciso esperar e fazê-lo com alguma calma", afirmou Vera Jardim ao jornal. Além do PCP, também o Bloco de Esquerda pretende apresentar em breve os seus projectos sobre enriquecimento ilícito.

Fonte Jneg

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Bomba da dívida externa pode rebentar a qualquer altura"

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Défice a caminho dos valores da década das intervenções do FMI

A recessão não será tão estrondosa quanto se chegou a temer e o desemprego não deverá chegar aos dois dígitos. Mas, em contrapartida, a recuperação económica terá especiais dificuldades em assentar terreno em Portugal, que voltará, a partir de 2010, a crescer pouco e menos do que a média da Zona Euro, numa dinâmica frágil que será acompanhada de uma escalada sem precedentes do endividamento público.

Este é, em resumo, o quadro traçado pelas novas previsões de Outono da Comissão Europeia, do qual sobressai o valor inscrito para o défice orçamental.

Depois de um curto período de consolidação bem sucedida das contas públicas, o défice deverá disparar de 2,7% em 2008 para 8% no final deste ano, devendo manter-se neste patamar em 2010, antes de voltar a subir para 8,7% no ano seguinte.

A confirmarem-se, estes valores significam que Portugal está a caminho que registar défices apenas comparáveis aos da década de 80, durante a qual o país foi por duas vezes “resgatado” pelo Fundo Monetário Internacional.

Os 8,7% antecipados por Bruxelas para 2011, num cenário de políticas inalteradas, apenas foram registados em 1981, há 28 anos atrás.

Paralelamente, a Comissão Europeia antecipa um agravamento inédito do rácio da dívida
pública, prevendo que este passe de 66,3% apurados em 2008 para 77,4% no final deste ano, antes de atingir 84,6% em 2010 e 91,1% em 2011. Todos estes valores são máximos das séries estatísticas que acompanham a evolução da dívida pública portuguesa.

O agravamento do endividamento público é um cenário com o qual se defronta a maioria dos países europeus. Espanha, Grécia e Irlanda deverão fechar o ano corrente com défices acima dos 11%, ao passo que Itália, Bélgica e Grécia exibirão dívidas bem acima dos 100% do PIB.
Fonte Jn

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

A capela dos Santos Socialistas


PARAÍSOS FISCAIS À LUPA

A Polícia Judiciária detectou durante a investigação a transferência de elevadas verbas para contas bancárias situadas em paraísos fiscais. Um desses casos envolve o ex-ministro Armando Vara, que terá feito vários depósitos em contas off-shores, e também Manuel Godinho. O despacho das buscas aponta a sociedade Summerline Invest-ments Limited, de Godinho. Esta detinha o controlo accionista da Manuel J. Godinho – Administrações Prediais com o objectivo de ocultar a propriedade, simular alienações de bens a ‘homens de palha’ e posteriores revendas. Sobre Vara, já há alguns meses que o Banco de Portugal possuía essa informação, depois de as autoridades terem solicitado dados mais detalhados. Foi então aberto um processo ao vice-administrador do BCP. A transferência de dinheiro para as offshores poderá configurar ainda o crime de evasão fiscal. Neste caso, porém, a investigação à fraude fiscal poderá ser autonomizada. Foi ainda pedido o levantamento do segredo bancário dos arguidos. Só assim foi possível provar a entrega de 225 mil euros de Manuel Godinho a Paulo Penedos, em cheques pré-datados, que em troca deu ao empresário de Ovar cheques com outras datas mas do mesmo valor. Estes cheques, porém, nunca foram pagos, porque Penedos disse aos banco para não os cobrar.

Fonte: CM